Balão Volumétrico com Rolha Poli 25mL - Perfecta
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- Calcular freteBalão Volumétrico 25 mL com Rolha de Polipropileno — Vidro Borossilicato 3.3 | Perfecta
O Balão Volumétrico de 25 mL da Perfecta é fabricado em vidro borossilicato 3.3 e acompanha rolha de polipropileno (PP). É uma vidraria volumétrica de precisão, calibrada para conter (TC — To Contain) exatamente o volume nominal a 20 °C. O colo estreito com marca de aferição gravada permite o ajuste preciso do menisco. O volume de 25 mL é o mais usado em diluições para curvas de calibração em análise instrumental, preparo de soluções-estoque concentradas em volume mínimo, diluições de amostras para leitura em espectrofotômetro e absorção atômica e procedimentos farmacopeicos de teor e dissolução com volume reduzido. Também conhecido como balão aferido ou volumetric flask. Apresentação: unidade de 25 mL com rolha.
Dados Técnicos — Balão Volumétrico 25 mL Perfecta
| Produto | Balão volumétrico com rolha de polipropileno |
|---|---|
| Capacidade nominal | 25 mL |
| Fabricante | Perfecta |
| Material do balão | Vidro borossilicato 3.3 |
| Material da rolha | Polipropileno (PP) |
| Calibração | TC (To Contain) — calibrado para conter o volume nominal |
| Temperatura de referência | 20 °C |
| Marca de aferição | Gravada no colo |
| Autoclavável | Balão: sim (sem a rolha). Rolha PP: recomendável não autoclavar |
| Apresentação | Unidade com rolha |
Verificar no corpo do balão a classe de precisão (A ou B) e a tolerância volumétrica indicada pelo fabricante. Classe A: tolerância de ± 0,04 mL para 25 mL conforme ISO 1042. Classe B: tolerância dobrada.
Por que 25 mL? Onde Este Volume se Encaixa
Na rotina analítica, cada volume de balão tem um papel predominante:
- 10 mL: diluições finais em análise de traços (ICP, absorção atômica) onde a amostra disponível é mínima.
- 25 mL (este produto): é o volume mais frequente em pontos individuais de curvas de calibração — uma curva de 5–7 pontos em balões de 25 mL consome menos padrão e menos solvente do que em balões de 50 ou 100 mL, sem perder precisão volumétrica. Também é o volume preferido para diluições de amostras antes da leitura instrumental (UV-Vis, AA, HPLC), para preparo de soluções-estoque concentradas quando o reagente é caro ou escasso, e para ensaios farmacopeicos que especificam volume reduzido.
- 50–100 mL: preparo de soluções padrão de trabalho, diluições de rotina, volumes intermediários.
- 250–1.000 mL: soluções de uso geral, tampões, soluções de lavagem, grandes volumes de rotina.
O balão de 25 mL é o que mais gira em laboratórios analíticos instrumentais — a quantidade por bancada é tipicamente 2–3× maior que a de balões de 100 mL.
Principais Aplicações do Balão Volumétrico de 25 mL
Preparo de pontos de curva de calibração
Em análise instrumental — espectrofotometria UV-Vis, absorção atômica (AAS), ICP-OES, cromatografia líquida (HPLC) e cromatografia gasosa (GC) — curvas de calibração de 5–8 pontos são construídas a partir de diluições seriadas de uma solução-estoque. O balão de 25 mL é o volume padrão para cada ponto: economiza padrão de referência (frequentemente certificado e de alto custo), reduz o volume de resíduo analítico e mantém a precisão exigida pelos métodos validados.
Diluição de amostras para leitura instrumental
Amostras que excedem a faixa linear do detector precisam ser diluídas em volume conhecido. O balão de 25 mL permite diluições precisas com fator de diluição controlado — pipeta-se uma alíquota da amostra (com micropipeta ou pipeta volumétrica), transfere-se ao balão e completa-se com solvente até a marca. O fator de diluição é incorporado ao cálculo de concentração.
Preparo de soluções-estoque concentradas
Quando o reagente é caro, escasso ou instável, o preparo é feito no menor volume que garanta a concentração desejada com precisão. Padrões certificados (CRM), reagentes quirais, fármacos de referência e soluções de metais para ICP são frequentemente preparados em balões de 25 mL para minimizar o consumo.
Ensaios farmacopeicos de teor e dissolução
Métodos da Farmacopeia Brasileira, USP e Ph. Eur. especificam o volume do balão para cada etapa do preparo de amostra. Em ensaios de teor de princípios ativos e de produtos de degradação, o balão de 25 mL aparece nas etapas de diluição secundária e preparo do padrão de trabalho — onde o volume deve ser exato para que o cálculo de teor percentual seja válido.
Ensino de técnica volumétrica
O balão de 25 mL é usado em aulas práticas de química analítica quantitativa para ensinar ajuste de menisco, transferência quantitativa e cálculo de concentração. O volume reduzido limita o consumo de reagentes por aluno e obriga o estudante a desenvolver habilidade motora fina no ajuste das últimas gotas.
Como Usar o Balão Volumétrico — Procedimento Correto
- Verificar se o balão está limpo, sem trincas, e se a marca de aferição está íntegra e legível.
- Pesar o soluto em béquer pequeno (25–50 mL) ou transferir a alíquota líquida com pipeta volumétrica ou micropipeta.
- Transferir ao balão usando funil de vidro de colo curto. Lavar o béquer, a pipeta e o funil com pequenas porções de solvente (3–4 lavagens de 2–3 mL cada) para transferência quantitativa.
- Adicionar solvente até aproximadamente ¾ do volume e agitar suavemente até dissolução completa. Nunca aquecer o balão volumétrico — se o soluto exigir aquecimento para dissolver, aquecer previamente no béquer e transferir ao balão apenas após resfriamento a temperatura ambiente.
- Completar o volume com solvente até que a base do menisco tangencie a marca de aferição. Usar pipeta Pasteur ou pisseta nas últimas gotas.
- Tampar com a rolha de polipropileno e homogeneizar invertendo 10–15 vezes, segurando a rolha com o dedo indicador.
- Verificar se o nível permanece na marca após a homogeneização.
Importante: a calibração do balão é válida a 20 °C. Em trabalhos de alta exatidão, equilibrar o balão e o solvente a essa temperatura antes do ajuste de menisco. No balão de 25 mL a tolerância é mais estreita (± 0,04 mL classe A) — qualquer variação de temperatura impacta proporcionalmente mais do que em volumes maiores.
Cuidados de Manuseio e Conservação
O balão volumétrico não é vidraria de aquecimento. Não levar à chapa, manta, bico de Bunsen, estufa acima de 60 °C nem autoclave com a rolha. Aquecimento deforma o vidro na região do colo, altera o volume calibrado e inutiliza a peça como vidraria de precisão.
Não utilizar o balão para armazenamento prolongado de soluções — soluções ácidas ou alcalinas atacam o vidro ao longo do tempo e deslocam a calibração. Transferir a solução pronta para frasco adequado.
Lavar imediatamente após o uso com água corrente e detergente neutro. Para resíduos orgânicos, usar solvente compatível (acetona, álcool) seguido de água destilada. Não usar escova metálica — arranhões no colo invalidam a leitura do menisco. Secar invertido em suporte de secagem ou em estufa a máximo 60 °C, sem a rolha.
A rolha de polipropileno é resistente à maioria dos solventes aquosos e ácidos diluídos, mas pode ser atacada por solventes orgânicos clorados e ácidos concentrados oxidantes. Inspecionar periodicamente e substituir se apresentar deformação ou folga.
O descarte de vidraria quebrada deve seguir o plano de gerenciamento de resíduos do laboratório. Utilizar coletor rígido identificado.
Qualidade e Rastreabilidade
O balão volumétrico Perfecta em vidro borossilicato 3.3 é fabricado conforme especificações para vidraria volumétrica de precisão. Verificar no corpo do balão a indicação de classe (A ou B), tolerância, temperatura de referência e tipo de calibração (TC). Para laboratórios acreditados na ISO/IEC 17025, recomenda-se calibração periódica por método gravimétrico conforme ISO 4787, com registro de incerteza de medição.
Informações Comerciais e Fiscais
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